O consumo de televisão está a passar por uma profunda mudança, em
resultado das redes com crescente largura de banda, da multiplicação de
equipamentos e da crescente adesão aos pacotes convergentes de serviços. Esta é
uma nova realidade que está a abrir espaço à entrada em força de novos players
e a colocar grandes desafios aos operadores de media tradicionais. Como está a
concorrência na tv? Há capacidade de resposta às ofertas disruptivas? De que
forma se pode entender este novo perfil de consumo e medi-lo, para que seja
possível criar novos produtos e modelos de negócio? Como se poderá assegurar que
a publicidade evolua para uma verdadeira experiência de entretenimento, minimizando
os riscos do timeshift? Este é um debate que se impõe sobre os novos paradigmas
dos conteúdos e marcas.