Tecnologia e visão são essenciais para ganhar eficiência

2019-06-04 O nível de eficiência das empresas aumenta 2/3 quando as implementações tecnológicas são suportadas numa cultura e numa visão digital de longo prazo, assente em sete fatores chave. Sem estes, o nível de eficiência das empresas só aumenta 1/5. A conclusão é do estudo sobre ‘Adaptable Business’ divulgado pela Oracle, onde se considera que existe uma estreita correlação entre os níveis de eficiência das empresas e a mudança organizacional em geral.

Este estudo da Oracle e da WHU - Otto Beisheim School of Management mostra que muitas empresas investiram nas tecnologias certas, mas para poderem usufruir na plenitude dos respetivos benefícios falta-lhes a cultura, as competências ou/e os comportamentos necessários.

Há sete principais fatores, essenciais para ganhar eficiência: tomada de decisões baseada em dados; flexibilidade e abraçar a mudança; cultura empresarial; visão digital partilhada; pensamento crítico e capacidade de questionar; cultura de formação; e comunicação aberta e colaboração.

Abrangendo 850 diretores de RH e 5.600 empregados, este trabalho analisa a forma como as empresas se estão a adaptar às vantagens competitivas da era digital. Considera-se ainda essencial as empresas alcançarem níveis de eficiência que lhes permitam tornar-se organizações ágeis e capazes de lidarem com o ritmo da mudança, com 42% das empresas a afirmarem ter alcançado um aumento dos níveis de desempenho a partir do momento em que se tornaram mais eficientes.

“O ritmo da mudança nunca foi tão importante para as empresas como agora. A capacidade de adaptação e a agilidade são muito importantes para as empresas se manterem competitivas e para serem capazes de oferecer propostas de valor atraentes aos seus clientes. Ter capacidade de adaptação significa ser capaz de suportar melhor os clientes e assim responder às suas necessidades. É igualmente muito importante ser capaz de atrair e reter os talentos com as competências adequadas para promoverem a evolução do seu negócio. As empresas que não estiverem preparadas para lidar com o ritmo inexorável da mudança, não irão ser capazes de captar talentos no mercado digital dos nossos dias” afirma Wilhelm Frost, do Department for Industrial Organization and Microeconomics da WHU - Otto Beisheim School of Management

O estudo revela também que 1/3 dos líderes empresariais em todo o mundo tem dúvidas sobre se as suas empresas estarão atualmente a atuar de forma a atrair ou/e a competir pelo talento. Este valor aumenta para metade dos líderes empresariais de organizações que atuam em mercados como a Índia, Brasil ou Chile. Também 1/4 dos empregados revelou estar preocupado com a possibilidade de ver as suas funções a serem realizadas por máquinas e assim perder o atual emprego.

“O estudo sublinha a oportunidade para os RH ocuparem uma posição de liderança no que diz respeito à transformação da força de trabalho, permitindo que os benefícios da produtividade advindos da tecnologia se concretizem. Muitas empresas estão a implementar tecnologia, mas não estão a integrá-la corretamente no seu negócio. Os trabalhadores ainda temem que as chefias das suas organizações equacionem a possibilidade de os substituir por máquinas, quando na verdade o crescimento nas empresas só pode resultar de uma conjugação do trabalho humano com a utilização das máquinas. A cada implementação tecnológica deve corresponder uma mudança de cultura e uma requalificação do pessoal para trabalhar com máquinas e com tecnologia. São estas competências digitais que compõem os sete fatores necessários para se alcançarem os verdadeiros benefícios de qualquer tecnologia e para a empresa ser capaz de se adaptar", diz Joachim Skura, Strategy Director HCM Applications, da Oracle.

O estudo ‘Adaptable Business’ teve por base um inquérito realizado em agosto de 2018 em 23 países de todos os continentes, junto de pelo menos 250 trabalhadores a tempo inteiro.
 

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