Vendas de smartphones caem 3,1% com tensões EUA/China

2019-06-04 A guerra comercial entre os Estados Unidos e a China e a incerteza associada vão afetar a venda de smartphones este ano. Deverão ser vendidos um total de 1,35 mil milhões de unidades, com uma queda de 3,1%, antecipa a consultora Canalys, que destaca o caso da chinesa Huawei: findos os 90 dias de período de graça dados por Trump, a fabricante terá grandes dificuldades em vender equipamentos, especialmente fora da China.

Em comunicado, a Canalys refere que a Huawei deverá estar a tomar medidas para mitigar o efeito dos problemas de fornecimento de componentes e de serviços, mas vai ser afetada. Até porque, mesmo que os EUA e a China consigam chegar a uma plataforma de entendimento, o timing para isso é tudo menos claro. 

As previsões da consultora refletem a situação sem mudança política, afirmando que a incerteza do mercado está claramente a levar os fornecedores a acelerar estratégias para minimizar o impacto de curto e longo prazo de um ambiente comercial desafiado. Nomeadamente mudando a produção para outros países.

Espera-se que os grandes fornecedores de smartphones tenham oportunidades no curto prazo, enquanto para a Huawei haverá dificuldades. Uma das maiores beneficiadas será a líder mundial Samsung, que, para a consultora, tem uma agressiva estratégia de dispositivos e uma grande capacidade de aumentar rapidamente a produção.

Para o próximo ano, antecipa-se que a maior parte da cadeia de fornecimentos terá planos de contingência ativos para mitigar o declínio da Huawei, para estar pronta para o lançamento de dispositivos 5G em muitos mercados. Espera-se que o 5G e outras inovações de hardware sejam drivers positivos para uma maior procura do mercado, pelo que as vendas mundiais de smartphones deverão voltar a crescer, ainda que modestamente, em 2020, para 1,39 mil milhões de unidades, com um reforço de 3,4%

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