Altran Portugal lança centro colaborativo Vortex CoLab

2019-03-22 A Altran Portugal acaba de apresentar o Vortex CoLab, um centro de aceleração e transferência de tecnologia de sistemas ciber-físicos e cibersegurança, que tem como meta afirmar-se como uma referência europeia no mercado dos serviços de conceção de novos dispositivos. O projeto conta ainda com parceiros da área académica, tecnológica e empreendedora, criando um verdadeiro ecossistema colaborativo para explorar as tendências tecnológicas emergentes.

Assim, o Vortex CoLab, liderado pela Altran Portugal, conta com a Universidade Nova de Lisboa (UNL), através do NOVALincs; o Instituto Politécnico do Porto/Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP/IPP), através do CISTER; o Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores- Tecnologia e Ciência (INESC TEC), através do HASLab; e a plataforma de inovação Beta-i.

Pretende-se criar um ecossistema colaborativo entre centros de investigação, startups e líderes industriais, que vise explorar as  tendências tecnológicas emergentes e aplicá-las no desenvolvimento de novos produtos que respondam aos novos desafios do mercado, não só o nacional como os europeus e até mundiais.

No evento de lançamento do centro estiveram presentes o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, assim como Cyril Roger, vice-Presidente do Grupo Altran, que salientaram a importância desta iniciativa, tanto no panorama nacional como no âmbito do grupo Altran.

Rodrigo Maia, CTO da Altran Portugal, é o Diretor Executivo do Vortex CoLab, que garante que “permitirá antecipar tendências das tecnologias do futuro, trazendo para o mesmo centro as unidades de investigação e os fabricantes europeus, impulsionando assim uma efetiva transferência de conhecimento e cocriação de novos produtos nos setores de automóvel, aeroespacial, telecomunicações, dispositivos médicos e energia”.

O projeto vai arrancar nas instalações da Altran Portugal e, ao longo de 2019, terá um espaço próprio junto ao polo tecnológico em Gaia da empresa. Para já, tem cerca de 10 colaboradores, vindos dos diferentes parceiros, prevendo-se a contratação até 2022 de mais 35 recursos altamente qualificados, maioritariamente Mestres de Doutorados.

O centro vai ainda investir em programas anuais de aceleração, focados em elevar o nível de maturidade tecnológica de novos resultados de investigação que saem dos parceiros científicos e que demonstrem a sua aplicabilidade em novos produtos industriais. E a Altran fará a aproximação inicial dos seus clientes a esta nova e disruptiva capacidade de cocriação industrial, fomentando e promovendo a venda de serviços de cocriação e coconcepção no domínio dos sistemas cíber-físicos e da cibersegurança aos seus clientes.

“Cada vez mais, precisamos de conceitos ágeis de aproximação à inovação e à I&D. Precisamos de dar saltos para endereçar os vários e diferentes desafios do mercado. Com este centro podemos contribuir para responder às necessidades e desafios dos nosso clientes. Claramente, Portugal tem conseguido captar investimento graças ao seu talento. Vamos produzir capacidades de conhecimento e acelerar esta fase, endereçando melhor as prioridades e desafios dos clientes”, referiu Célia Reis, CEO da Altran Portugal.

Já Pedro Rocha Vieira, CEO da Beta-i, defendeu que “o poder da colaboração dá uma perspetiva diferente e ajuda a criar ecossistemas e novas inovações. Estas criam ângulos de pesquisa diferentes e aplicação de soluções que endereçam os desafios do mercado”. Através deste projeto, poderá ser criado um conjunto de “soluções com valor acrescentado para exportar”, dando ao mesmo tempo uma “contribuição para atrair novas competências e novos investimentos para o país”.

 

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