Cabovisão passa a NOWO

2016-09-19 A Cabovisão chama-se agora NOWO. Depois da alteração acionista, o projeto reposicionou-se no mercado e aposta agora numa oferta low-cost de comunicações à medida do cliente. Com a  nova estratégia, quer duplicar a sua quota de mercado a dois anos, para 10%.

A marca centra a sua abordagem na oferta que permite total liberdade de escolha do consumidor, valor fundamental da sua essência que se estende ao período de permanência a que o consumidor fica obrigado. Assim, na NOWO não existem pacotes pré-definidos: o consumidor é livre para escolher e pagar apenas pelos serviços que pretende. 

Depois de ter passado por um longo processo de instabilidade e de paragem, na sequência da sua redefinição acionista, a Cabovisão e a Oni passaram no início deste ano da esfera da Altice - obrigada pela AdC a vender as empresas para poder controlar a PT Portugal - para o fundo Apax France.

Agora, cinco meses depois de nomeada uma nova administração, liderada por Miguel Martins, Cabovisão passou a NOWO. O rebranding visa reposicionar a marca no mercado de telecomunicações e duplicar a quota de mercado em dois anos, de 5% para 10%. Promete-se liberdade de escolha e justiça no relacionamento operador-consumidor, transparência e preços justos, assumindo-se como uma low-cost, com total liberdade de escolha do consumidor. O período máximo de fidelização no operador passou a ser de 12 meses, ao invés dos 24 admitidos legalmente.

"A NOWO reflete um processo de transformação do negócio que resulta da nossa interpretação do mercado e dos desafios de um setor em constante evolução. Acreditamos que há espaço para acrescentar competitividade, com propostas de valor alternativas e diferenciadoras para o cliente. A NOWO é uma marca challenger, que assinala o início de uma nova etapa, de uma nova forma de atuar e, acima de tudo, de reconquistar a confiança do consumidor de telecomunicações numa relação justa e transparente com o seu operador. Esperamos com esta estratégia conquistar 10% de quota de mercado em 2 anos", refere Miguel Martins, CEO da NOWO.

Uma das grandes novidades que a marca traz é um simulador no website, onde o cliente pode simular o mix de serviços que efetivamente quer, selecionando-o e sabendo que vai pagar apenas pelos serviços que pretende, ao contrário da prática habitual de pagar por serviços em pacote que muitas das vezes não utiliza. No fim da sua simulação, pode ainda optar por contrato de permanência de 6 ou 12 meses, ou até mesmo optar por não ter contrato de permanência.

A NOWO dispõe de uma rede híbrida de fibra ótica e cabo coaxial com mais de 14 mil quilómetros e que chega a mais de 900 mil casas. É nesta rede que assentam os serviços de internet fixa, tv e telefone fixo. Para complementar a oferta, graças a um acordo de MVNO com a MEO, a empresa tem agora cobertura móvel nacional, com velocidades 4G, permitindo-lhe disponibilizar serviços de voz e Internet móvel em todo o país e no estrangeiro, através dos acordos de roaming estabelecidos com os operadores de outros países.

Segundo afirmações do seu CEO, a estratégia não passa, nesta primeira fase, pela expansão da cobertura nem expandir-se muito para além daquilo que é o seu core, tendo em conta que o mercado nacional já está maduro. A NOWO tem atualmente cerca de 220 mil clientes e planeia chegar aos 400 mil a 500 mil até meados de 2018. Não há, para já, projetos de alargamento da rede, embora o CEO da empresa admita reforçar a dois ou três anos perto das capitais de distrito e em zonas adjacentes àquelas onde já está presente, mas sempre de forma ponderada, à medida que se forem ganhando clientes. Poderão ser investidos até 30 milhões de euros.

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