DXC Portugal revela as seis grandes tendências de 2019

2019-01-08 Inovação digital, aplicações de IT e adoção de plataformas de IoT de última geração estão entre as seis tendências digitais que vão marcar a transformação das empresas em 2019. A par da inovação dos negócios, inovação na cloud e da redefinição da experiência do consumidor, em linha com a regulamentação de proteção de dados. São as previsões da DXC Portugal.

"A transformação das empresas está a acelerar à medida que se investe na estratégia digital para melhorar a eficiência operacional, criar novos mercados, redefinir a experiência do consumidor e conseguir poupanças para reinvestir num futuro digital. Os líderes das empresas devem analisar como é que estas seis tendências vão influenciar a sua transformação digital, para que possam fazê-lo bem, aprender rápido e dar-lhe seguimento em 2019", refere Manuel Maria Correia, diretor-geral da DXC Technology Portugal.

A DXC Portugal destaca assim as seis tendências digitais que vão acelerar a transformação digital das empresas em 2019. A começar pela procura de inovação dos negócios pelas empresas, que vão tomar decisões mais alinhadas com a aposta na aceleração digital do negócio. Há expectativa de ver novos negócios, novos modelos de negócio e tecnologias, construídos a partir do digital. Uma estratégia digital unificada entre o negócio e as TI é a única forma de desbloquear as carências técnicas que impedem as empresas de explorar melhor a inovação digital. Tudo se resume a focar, acelerar a transformação digital, ter a capacidade para ser bem-sucedido e conseguir fazer crescer o negócio.

A segunda tendência é a adoção de plataformas IoT de última geração. À medida que as empresas se vão adaptando ao ambiente digital, as "coisas" pequenas tornam-se uma força impulsionadora para implementar plataformas de última geração em 2019. Este progresso vai permitir que grandes quantidades de dados específicos de cada indústria, provenientes da Internet das Coisas (IoT), sejam analisados, revelando correlações novas e hiperdimensionais que oferecem novo conhecimento e melhoram a tomada de decisão e os resultados do negócio.

A inovação na cloud é a terceira grande tendência. A indústria das TI continua a construir aquilo que se denomina por "Matrix", a infraestrutura inteligente de TI que vai além da cloud para incluir edge computing, plataformas IoT, machine intelligence, realidade aumentada/virtual, blockchain, entre outros. As empresas vão desenvolver novas formas para aproveitar o Matrix, incluindo aplicações descentralizadas (DApps), que transferem o poder de um número pequeno de atores centrais para uma grande quantidade de participantes. Adicionalmente, uma mudança para aplicações relacionadas com eventos e arquiteturas sem servidor, as quais permitem que aplicações pequenas e específicas sejam executadas em ambientes leves como dispositivos de bolso ou de pulso.

Entrar na era da Tecnologia da Informação é a tendência seguinte. A alavancagem da informação tornar-se-á uma competência fundamental e as empresas que experimentarem a tecnologia da informação vão dar-se conta de que a inteligência artificial e o machine learning podem melhorar a oferta de serviços e gerar novas fontes de receita - mas apenas com os algoritmos, a orquestração de modelos e os dados e infraestruturas corretos.

Redefinir a experiência do consumidor em linha com a regulamentação de proteção de dados é outra tendência. Proteger os dados pessoais dos clientes vai obrigar as empresas a repensar a sua estratégia digital, quando se sentirem os efeitos totais do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados. Terão que criar ecossistemas de informação centrados na privacidade, tendo como base a análise e a segurança, de forma a possibilitar interações seguras e uma experiência para o cliente de qualidade.

Por fim, as empresas terão que começar a fechar os seus data centers, que se estão a tornar menos relevantes à medida que a receção dos dados e os processos do negócio mudam para a cloud. Para operar de forma mais eficiente e entregar mais valor a partir dos seus dados, as empresas estão a mudar para fornecedores públicos de cloud, que possuem uma banda larga de enormes proporções e data centers estrategicamente colocados. A tendência vai-se desenvolver ao longo dos próximos três a cinco anos, com a migração da cloud a dar lugar a substitutos "construídos para a cloud".
 

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