Minsait lança oferta integral de acesso ágil à venda online

2020-05-26 A Minsait, empresa da Indra, reforçou a sua relação com a Salesforce, líder global em CRM (Customer Relationship Manager). Assim, lançou uma implementação ágil da sua plataforma de comércio eletrónico, a Salesforce Commerce Cloud, que permite que todos os tipos de indústrias e empresas tenham, em apenas oito semanas, um sistema de comércio eletrónico de valor diferencial que as ajudará a potenciar as vendas digitais, neste cenário de COVID-19.

A proposta é uma modalidade ágil, com funcionalidade básica, que a Minsait integrou com um dos seus produtos na suite Onesait Payments, especializada em pagamentos online e única no mercado, tornando-a mais rica ao nível da gestão de vendas, envios e uma faturação muito mais rápida, integrada e segura.

Desta forma, a solução reforça o posicionamento online dos negócios, com uma plataforma tecnológica sólida e versátil, que permite às empresas gerir catálogos complexos de forma mais dinâmica, ativar promoções rápidas e personalizadas, controlar multi-stocks deslocalizados, integrar-se com outros sistemas de gestão, facilitar pagamentos centralizados e seguros e simplificar a relação com operadores logísticos, entre outras capacidades.

A solução beneficia tanto os setores mais afetados pelo confinamento e distanciamento social, como aqueles que, com a mudança de cenário motivada pelo COVID-19, refletiram sobre a importância de usar maiores e melhores recursos digitais, mas também para aqueles que procuram fortalecer a sua aposta online com plataformas mais ágeis e potentes, para aumentar a sua penetração no canal.

"Já não basta o valor do preço, o produto ou a conveniência. A eficiência operacional é crucial e é a chave para o sucesso do negócio online", afirma Jorge Gonçalves, diretor da unidade de indústria e consumo da Minsait em Portugal, ao apontar a necessidade de ter uma presença online completa, eficaz e que ofereça uma experiência diferente ao cliente.

Antes da crise gerada pela pandemia do COVID-19, apenas 39,1% dos portugueses fazia compras pela internet pelo menos uma vez por mês, sendo o computador pessoal o dispositivo preferido para aceder a este canal de compra, de acordo com o relatório da Minsait Payments.

Com o confinamento e as limitações de circulação, além de vários negócios e setores terem sido obrigados a ficar de portas fechadas ao público, o comércio online disparou. De acordo com o relatório da SIBS Analytics, entre a primeira semana de março até 26 de abril verificou-se um aumento de 57% no consumo de produtos de entretenimento, 53% no consumo de restauração e take away e 44% na área de comércio alimentar e retalho. De uma forma geral, entre o período em que é declarado estado de emergência (18 de março) até 26 de abril, o consumo online registou valores entre os 51% e 55%, por contraposição aos 29% registados entre 1 de janeiro e a data do primeiro caso de coronavírus em Portugal.

Estes registos justificam-se porque os portugueses estão a passar muito mais tempo ligados à internet. Uma análise do GroupM mostra que, durante o mês de março, verificou-se um crescimento de 513% do nível de pesquisas para compras online. O que confirma os últimos dados da SIBS, que demonstram que as compras online aumentaram 71% no sector da Restauração e take away, 55% na área de Entretenimento e Cultura, 47% no Comércio Alimentar e Retalho, além das subidas em outros setores como Farmácias, Perfumaria e Cosmética, Brinquedos e Decoração para o Lar.

A situação de pandemia revolucionou radicalmente as perspetivas dos modelos de compra no futuro. Num estudo da SIBS quanto à rede Multibanco, referente à semana de 4 a 10 de maio (a primeira semana de desconfinamento após o Estado de Emergência no país) verificou-se um aumento nas compras em loja desde o início da pandemia: uma subida de 17% em comparação com as últimas sete semanas. Por outro lado, registou-se uma diminuição nas compras online, menos 4 pontos base comparativamente com a semana de 27 de abril a 3 de maio, dos 98 para os 94 pontos base.

Apesar dos valores em Portugal variarem de forma diferente quanto ao resto da Europa, em parte devido à fase em que o país se encontra, "Esta pandemia veio mostrar a importância e necessidade de as empresas terem canais próprios para a venda online, de forma a atender à população em risco. Face a este cenário de pandemia, tanto produtores, distribuidores como intermediários precisam de intensificar a personalização dos seus próprios canais digitais, de modo a criar oportunidades que até agora ainda não foram exploradas no mundo online", explica Jorge Gonçalves.

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