Chinesa Xiaomi ultrapassa Apple como fornecedora mundial de smartphones

2020-12-03 A Samsung manteve-se no 3º trimestre do ano como líder mundial da venda de smartphones, seguida da Huawei. Mas a Apple foi ultrapassada pela Xiaomi, que passou para a 3ª posição, relegando a marca da maçã para 4º lugar, num mercado que começa a revelar sinais de recuperação, depois das acentuadas quebras dos trimestres anteriores, com o impacto da pandemia.

Os dados são da Gartner, que diz que as vendas globais de smartphones recuaram 5,7% em termos homólogos no 3º trimestre, para 366 milhões de unidades. Um recuo bastante inferior às perdas de 20% registadas no mercado mundial nos 1º e 2º trimestres do ano.

"Os consumidores estão a limitar os seus gastos, mesmo quando algumas condições de bloqueio começaram a melhorar. Mas as vendas globais de smartphones tiveram um crescimento moderado do segundo para o terceiro trimestre, devido à procura reprimida dos trimestres anteriores", diz Anshul Gupta, diretor sénior de pesquisa da Gartner.

No que diz respeito aos fornecedores, a Samsung manteve seu primeiro lugar, com uma quota de 22% do mercado (uma subida de 2,2%) seguido pela Huawei, com 14,1% (com uma quebra de 21,3%) e da Xiaomi, com 12,1%. A marca chinesa apresenta uma subida de vendas de 39,4%. Já a Apple ficou em Apple, com um recuo das vendas de 0,6% e uma quota de 11,1%. No ranking dos 5 maiores fornecedores de smartphonres surge ainda outra chinesa, a OPPO, que ficou com uma quota de 8,2% (menos 2,3%).

A Gartner refere que há sinais de recuperação das vendas em alguns mercados, incluindo partes da Ásia/Pacífico madura e da América Latina.

Explorando tecnologias de IA, blockchain e cloud híbrida


Representando 18% das subscrições móveis do país


Premiada com o Gold Class no relatório de sustentabilidade da S&P


Com o objetivo de proporcionar uma transição segura para a cloud


Para infraestrutura de rede de 5G para prestadoras de serviços de comunicação


Quer reforar confiança dos consumidores na utilização da web


Grupo chega agora à Polónia com investimento de 1,6 mil milhões de euros