O próximo ano poderá ser de grande mudança de estratégia da gigante Meta no negócio da IA. A Bloomberg avança que a big tech poderá abandonar a estratégia de código aberto, que tem defendido nos últimos anos, para passar a cobrar pela sua oferta de inteligência artificial, competindo com rivais como a OpenAI e a Google.
A justificar esta eventual mudança está o facto de Mark Zuckerberg ter reestruturado a sua divisão de IA, com uma agressiva contratação de talento, que já estará a preparar uma nova arquitetura, denominada de Avocato. O objetivo é lucrar com esta área e controlar a tecnologia.
Depois do lançamento do modelo Llama 4, de código aberto, que se tornou alvo de críticas por suposta manipulação de testes de desempenho, a gigante estará assim a preparar, para meados de 2026, um produto rigorosamente controlado pelo grupo, o Avocato. E terá cancelado um projeto intermédio. O fundador da Meta quer alinhar a companhia aos modelos de negócios das rivais e rentabilizar os investimentos massivos na IA.
O desenvolvimento do Avocado é de responsabilidade de um grupo de elite recém-formado, denominado TBD Lab. Para treinar o novo modelo, a equipa está a utilizar dados extraídos de sistemas concorrentes, como Gemma (Google), gpt-oss (OpenAI) e Qwen (da gigante chinesa Alibaba).
Reforçando a sua posição como grande líder mundial nos chips de IA