Num ano que Mark Zuckerberg considera que será intenso e com foco na inteligência artificial (IA), a Meta vai substituir pelo menos cinco por cento da sua força de trabalho, o equivalente a 3,6 mil pessoas, que apresentam as piores avaliações de desempenho. A informação foi avançada pela Bloomberg, que refere a decisão do fundador e líder da big tech, anunciada numa plataforma interna.
"Esperamos despedir aproximadamente outros 5% dos nossos trabalhadores atuais que estão connosco há tempo suficiente para ter recebido uma avaliação de desempenho", avançou o dono de plataformas como o Facebook e o WhatsApp, que garante que os funcionários abrangidos pelo corte terão uma indemnização "generosa".
O objetivo é melhorar o processo de gestão da Meta, num "ano intenso" em que o foco estará na IA, nos óculos inteligentes e no futuro das redes sociais. A medida surge no mesmo mês em que a Meta decidiu acabar com o seu programa de verificação de factos nos EUA, seguindo os passos do X, de Elon Musk.
Testando apetite dos mercados pela nova infraestrutura digital
Sempre sujeito a critérios claros, verificável e com medidas de mitigação
Acelerando ambição de transformar a Europa num continente líder em IA