Salesforce compra Slack por 27,7 mil milhões de dólares

2020-12-03 A Salesforce acaba de anunciar a compra da plataforma de comunicações Slack, que é considerada uma das principais empresas de CRM (Customer Relationship Management). O grupo de gestão de relações com clientes vai dar 27,7 mil milhões de dólares, na que é a sua maior aquisição de sempre. O negócio deverá estar concluído até junho de 2021, estando agora sujeito às autorizações regulatórias.

A gigante adianta em comunicado que a combinação da Slack com a sua plataforma Customer 360 será transformadora para os clientes e indústrias, resultando na criação o crescimento e o sucesso no mundo digital.

"A equipa da Slack construiu uma das plataformas mais amadas da história do software empresarial, com um ecossistema incrível ao seu redor. Juntas, Salesforce e Slack vão moldar o futuro do software empresarial e transformar a maneira como todos trabalham num mundo totalmente digital, a partir de qualquer lugar", adianta Marc Benioff, CEO da Salesforce.

"A Salesforce deu início à revolução da cloud e, duas décadas depois, ainda exploramos todas as possibilidades que ela oferece para transformar a forma como trabalhamos. A oportunidade que vemos juntos é enorme", acrescentou o CEO e cofundador do Slack, Steward Butterfield, que vai continuar à frente do serviço de messaging). Para ele, esta é a maior combinação estratégica na história do software.

A Slack passará a estar integrada em cada cloud da Salesforce e será a nova interface do serviço Customer 360, a plataforma CRM desta. A Salesforce teve um crescimento recorde durante 2020, com a ajuda que deu aos negócios que foram afetados pela COVID-19, que tiveram de se adaptar ao mundo digital, migrando para a sua cloud. Por outro lado, o Slack viu-se a braços com a forte concorrência de aplicações como o Teams, da Microsoft.

De recordar que a Salesforce abriu recentemente um escritório em Lisboa, afirmando que o mercado português revela um grande potencial de crescimento, em particular, num período marcado pela necessidade de recuperação do tecido empresarial devido à pandemia.

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