A Accenture Portugal nomeou quatro novos managing directors para reforçar a liderança em áreas estratégicas, como dados e inteligência artificial, serviços financeiros, energia e utilities, saúde e administração pública. João Anastácio, João Alves, Jorge Borges e Pedro Janeiro assumiram funções a 1 de julho, numa aposta da consultora em consolidar a proximidade aos clientes e responder aos desafios de transformação dos setores mais críticos da economia nacional.
As nomeações surgem num momento em que empresas e organizações públicas enfrentam uma pressão crescente para modernizar modelos de negócio, melhorar eficiência operacional, acelerar a digitalização, integrar inteligência artificial e responder às exigências regulatórias, económicas e de sustentabilidade. Para a Accenture, a transformação empresarial exige hoje liderança com maior profundidade setorial e capacidade de ligar tecnologia, processos e resultados concretos.
"Estas nomeações traduzem a nossa convicção de que a transformação só gera valor quando é liderada por quem conhece profundamente cada setor e os desafios concretos dos nossos clientes", afirma Manuela Vaz, presidente da Accenture Portugal. A responsável sublinha que a empresa está a contribuir para a reinvenção de setores críticos da economia portuguesa, numa fase em que a IA abre possibilidades que, há pouco tempo, seriam impensáveis.
João Anastácio assume a liderança da área de Data & AI, trazendo mais de 20 anos de experiência em consultoria tecnológica, cloud, dados, inteligência artificial generativa e IA agêntica. O novo managing director terá como missão apoiar as organizações na passagem da experimentação para a criação de valor efetivo com IA. "Estamos numa fase em que a diferença entre liderar e ficar para trás se mede na capacidade de transformar IA em vantagem competitiva real", afirma.
Nos Financial Services, João Alves passa a managing director, depois de duas décadas de percurso na Accenture em banca, seguros e setores regulados. A sua nomeação ocorre num contexto em que banca e seguros enfrentam digitalização acelerada, pressão regulatória, concorrência de fintechs e insurtechs e necessidade de repensar modelos operativos. Para João Alves, reinvenção e eficiência operacional deixaram de ser objetivos separados e passaram a ser dimensões indissociáveis da transformação do setor financeiro.
Na área de Utilities e Energy, Jorge Borges assume funções como managing director em Industry & Enterprise. Com 19 anos de experiência no setor energético, o responsável terá como foco a transição energética, a descarbonização, a modernização tecnológica e a eficiência operacional. "O desafio já não é apenas definir a visão para o futuro, mas executá-la à escala", sublinha, destacando a necessidade de acelerar investimentos críticos e capacitar pessoas com novas tecnologias e IA.
Pedro Janeiro foi nomeado managing director em Health & Public Services, área que abrange saúde e administração pública. Com mais de 15 anos de experiência em estratégia, consultoria e transformação empresarial, continuará a trabalhar na modernização de organizações públicas e de saúde, num contexto em que estas entidades precisam de fazer mais com menos recursos e gerar impacto direto nos cidadãos. Para Pedro Janeiro, a IA pode acelerar esta transformação, desde que seja aplicada com conhecimento setorial e foco em resultados.
As quatro nomeações reforçam áreas onde a Accenture identifica maior urgência de transformação. Dados e IA tornaram-se transversais à competitividade empresarial; banca e seguros estão a redesenhar modelos de negócio e operação; energia e utilities enfrentam a pressão da transição energética; e saúde e administração pública procuram modernizar serviços, processos e relação com cidadãos.
Com presença em Portugal há várias décadas, a Accenture trabalha com algumas das principais organizações nacionais nos setores mais dinâmicos da economia. A consultora enquadra estas nomeações numa estratégia de reforço da liderança local e de maior alinhamento com as necessidades específicas dos clientes, num período em que a adoção segura e escalável da IA se tornou prioridade para empresas e instituições.
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