Apritel diz que dados da Anacom colocam país em evidência a nível europeu

2022-05-17 Aumento de 33,2% da velocidade média da banda larga fixa face a 2020, cobertura de 92% das redes de alta velocidade, aumento da penetração de serviços de comunicações fixas e móveis e variação dos preços em termos homólogos inferior ao crescimento do Índice de Preços no Consumidor (IPC) desde novembro de 2017 são indicadores das comunicações eletrónicas em destaque no relatório "O Setor das Comunicações em 2021", publicado pela Anacom, que colocam Portugal em destaque ao nível europeu, garante a Apritel.
De acordo com a associação que representa os operadores de comunicações, "este desempenho coloca Portugal nos lugares cimeiros do panorama internacional das telecomunicações e atesta a qualidade dos serviços e soluções disponibilizadas pelos operadores às famílias e às empresas".
"Mais uma vez o setor esteve à altura para responder às necessidades dos portugueses. Portugal tem das melhores redes, dos melhores serviços, das melhores taxas de penetração, aos melhores preços. Perante os desafios da pandemia, os portugueses podem ter orgulho nas suas redes de comunicações, que estão ao melhor nível do que existe na Europa e no mundo. E os operadores já estão a garantir o futuro das nossas comunicações, através do deployment das redes de 5G. Com confiança, com estabilidade legislativa regulatória, com incentivos ao investimento o sector vai continuar a entregar serviços de excelência aos portugueses", refere o secretário-geral da Apritel, Pedro Mota Soares.
O relatório do regulador setorial passa em revista o ano de 2021 e efetua um comparativo com o ano anterior. Entre os indicadores analisados, a Apritel destaca as velocidades de internet, onde no relatório é referido que "no caso da banda larga fixa, a velocidade média aumentou 33,2% face a 2020. Cerca de 86% dos acessos de banda larga fixa tinham velocidades de download anunciadas iguais ou superiores a 100 Mbps. Portugal foi o terceiro país da União Europeia (UE) neste ranking."Já nas coberturas, as redes de alta velocidade atingiram uma cobertura de 92%. A publicação diz que se estima que no final de 2021, no mínimo, cerca de 5,9 milhões de alojamentos velocidade estavam cablados com uma rede de alta velocidade, mais 3,3% que no ano anterior. A cobertura de redes de alta velocidade foi de 92% dos alojamentos, mais 3,1 p.p. que no final de 2020.
Quanto à penetração dos serviços de comunicações, os dados indicam o aumento da penetração de serviços de comunicações eletrónicas em local fixo e serviços móveis, impulsionada pela adesão a pacotes de serviços.
O relatório concretiza que "no final de 2021, 86% dos acessos de banda larga fixa eram acessos de banda larga ultrarrápida (i.e., velocidade de download superior a 100 Mbps), mais 4,8 p.p. do que no ano anterior e mais 23 p.p. do que há 5 anos. Por outro lado, surgiram novas ofertas BLF individualizada, bem como novas opções de Internet móvel através de PC/tablet nos pacotes 5P (quintuple play) e ofertas em pacote que incluem plataformas streaming como HBO Portugal, Amazon Prime Video, Eleven Sports".
Quanto aos preços das telecomunicações, o relatório indica que "de acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), em comparação com o mês homólogo, a variação de preços das telecomunicações verificada em dezembro de 2021 foi de 1,1%. Desde novembro de 2017 que a variação dos preços das telecomunicações em termos homólogos é inferior ao crescimento do Índice de Preços no Consumidor (IPC)".
A publicação acrescenta que "em comparação com a UE, a taxa de variação média dos últimos doze meses dos preços das telecomunicações em Portugal foi inferior à verificada na Europa (-0,1 p.p.), sendo Portugal o 11.º país com a variação de preços mais elevada (ou o 17.º país com a variação mais baixa)". Outro indicador relevante diz respeito ao facto de em 2021 o tráfego de dados ter alcançado um novo máximo histórico, concretizado na semana de 7 de fevereiro de 2021.
No caso do 5G, o relatório indica que em 2023, "de acordo com as metas de cobertura definidas no Regulamento do Leilão, a cobertura das redes de 5ª geração deverá chegar a 75% da população das freguesias de baixa densidade e das freguesias das Regiões Autónomas e, em 2025, a 95% da população total do país. Também os hospitais, centros de saúde, portos, aeroportos, universidades e institutos politécnicos, parques empresariais e instituições militares do país deverão ter rede 5G até ao fim de 2023".


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