CNCS antecipa aumento do cibercrime em 2022 e 2023

2022-06-23 O número de incidentes e de cibercrimes continua a aumentar, não se vislumbrando o regresso a níveis pré-pandemia em grande parte dos casos. Perspetiva-se o emergir da influência do contexto geopolítico e estratégico internacional nas dinâmicas do ciberespaço em manifestações de natureza híbrida, bem como a mitigação progressiva da pandemia enquanto tema dominante nesta matéria. A conclusão é da mais recente edição do relatório Riscos & Conflitos 2022, do Observatório de Cibersegurança do Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS).
Segundo este trabalho, as ameaças persistem, como "as ligadas à instrumentalização das fragilidades do fator humano, mas também o reforço de outras que têm grande capacidade de impacto, como o ransomware ou a exploração de vulnerabilidades".
Num balanço do que aconteceu em 2021, o estudo diz que ciberameaças dominantes em Portugal durante no ano passado foram o phishing/smishing/vishing, o ransomware, a fraude/burla online, o comprometimento de contas ou tentativa e a exploração de vulnerabilidades. Sendo que os agentes de ameaça mais relevantes no ciberespaço de interesse nacional em 2021, com tendência de persistência em 2022, foram os cibercriminosos
e os atores estatais, seguidos da ameaça interna negligente, dos cyber-offenders e dos hacktivistas.
No ano passado verificaram-se "como tendências internacionais com potencial de impacto no ciberespaço de interesse nacional o incremento de ameaças híbridas, os ataques a cadeias de fornecimento, a exploração de vulnerabilidades e a proliferação de ransomware", refere-se. Pelo que para 2022 e 2023 se identificam como "principais tendências em Portugal a propensão para uma maior intervenção de atores estatais, a persistência do uso das fragilidades do fator humano, ataques de ransomware, violações de dados relativas a credenciais de acesso, exploração de vulnerabilidades e as tecnologias móveis a serem cada vez mais utilizadas como superfícies de ataque".
Admitindo existir um nível de incerteza elevado, o Observatório de Cibersegurança afirma que há uma possibilidade de os aspetos decorrentes do atual contexto geopolítico e estratégico conviverem com os da pandemia. Estes aspetos terão uma tendência para se manterem, com muitos casos a representarem uma "conversão da criminalidade a novos modos de operar".



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