Previsões HPE: o que vai mudar em 2026

2026-01-15

A inteligência artificial vai assumir, em 2026, um papel estrutural na gestão das infraestruturas de TI, transformando as redes empresariais em sistemas autónomos, proativos e orientados pela experiência. Esta é a principal conclusão das previsões da HPE, que antecipa uma mudança profunda na forma como as organizações operam, escalam e protegem os seus ambientes digitais.
Segundo Dennis Teixeira, Managing Director da HPE Portugal, a próxima geração de profissionais de redes irá trabalhar "em parceria com copilotos de IA", deixando de lado a gestão manual baseada em dashboards. "Em 2026, o engenheiro de redes torna-se um estratega, e a IA passa a ser a base operacional", afirma, sublinhando que o valor estará na capacidade de colaborar com sistemas inteligentes, validar intenções e orquestrar automação à escala.
Uma das mudanças mais relevantes será a centralidade do AIOps, que se tornará mais determinante do que o próprio standard de Wi-Fi. A gestão inteligente do espectro, com modelos de aprendizagem contínua, permitirá antecipar congestionamentos, otimizar o comportamento de radiofrequência e garantir latência determinística, tornando obsoletas muitas das decisões manuais que hoje dominam a operação das redes.
A HPE antecipa também a consolidação da IA agentic nas redes locais, que passarão a funcionar como motores proativos de experiência. Agentes de IA integrados em switches e pontos de acesso irão prever falhas, iniciar correções automáticas e até desencadear processos como substituição de hardware antes de qualquer impacto para o utilizador.
Em paralelo, a convergência full-stack tornar-se-á o novo padrão. As empresas irão exigir uma única camada de inteligência para gerir redes, computação, armazenamento e cloud, com governação comum de IA e uma fonte única de verdade operacional. Plataformas de observabilidade e automação irão reforçar esta visão integrada, reduzindo silos tecnológicos.
Por fim, a HPE destaca uma transformação no talento: não de substituição, mas de valorização. A IA assumirá a primeira linha de suporte e as tarefas repetitivas, libertando os engenheiros para funções estratégicas. Em 2026, conclui a empresa, vencerão as arquiteturas que funcionam como um único organismo - unificadas pela IA e entregues pela cloud.
 


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