Receitas da Vodafone crescem 6,2% até setembro

2022-11-15

No primeiro semestre do seu ano fiscal de 2022-2023, entre abril e setembro, a Vodafone alcançou receitas de serviços de 561 milhões de euros, o que representa um crescimento de 6,2% face a período homólogo do ano fiscal anterior. As receitas totais passaram para 612 milhões, mais 6,1%. O reforço sustentou-se numa "estratégia consistente de inovação no mercado nacional, embora os desafios impostos pelo atual contexto socioeconómico tenham já impactado os indicadores deste exercício, em particular no último trimestre".

 

Assim, e numa análise trimestral, entre julho e setembro, as Receitas de Serviço atingiram 286 milhões de euros, com um reforço de 5,7% face a período homólogo, enquanto as receitas totais ficaram nos 313 milhões, mais 6%.

 

Em termos operacionais, a Vodafone ficou no final de setembro com um total de 4,775 milhões de clientes móveis, mais 1,9% que um ano antes. Também o serviço fixo manteve o seu desempenho positivo num ambiente competitivo, com uma base de clientes de banda larga de 905 mil e de clientes de televisão de 833 mil. Ambos registaram um reforço homólogo de 6,8%.        

 

A empresa adianta também que neste último trimestre manteve a expansão da sua rede de fibra no país, alcançando no final de setembro os 4,3 milhões de lares e empresas (+6%) com a sua rede FTTH de última geração, quer através de rede própria e de parcerias estratégicas.

 

Destaque ainda para o "ambicioso projeto de modernização da rede móvel, que inclui não só a acelerada expansão de cobertura da rede 5G, mas também a execução do acordo de partilha de infraestrutura com a NOS".

 

"Os resultados alcançados no período em análise ocorreram num contexto de expressiva inflação, em particular no segundo trimestre, a mais alta na nossa história de 30 anos celebrados a 18 de outubro. No setor das telecomunicações, este impacto agrava-se, em particular pelos custos os combustíveis e de energia - de que somos grandes consumidores em resultado da sua essencialidade para a operação das nossas redes, bem como pelos distúrbios das cadeias logísticas e consequente aumento de preços e prazos de entrega dos equipamentos necessários à operação. Para a Vodafone, esta conjuntura tem um impacto acrescido num momento em que estamos a desenvolver múltiplos planos de modernização da nossa rede (móvel e fixa), para levar ao maior número de utilizadores as potencialidades de uma infraestrutura ainda mais rápida e fiável", adianta o CEO da Vodafone Portugal em comunicado,

 

"Apesar dos desafios do atual contexto, estamos empenhados em dar continuidade ao nosso compromisso - que já perdura há 30 anos - com Portugal e com os nossos clientes, permitindo-nos entregar cada vez mais valor e reforçar a nossa posição competitiva no setor", acrescenta Mário Vaz.    

 

O comunicado relembra o acordo de compra da Nowo, através da aquisição da Cabonitel, depois da negociação com a Llorca JVCO Limited, acionista da Másmóvil. Uma operação que lhe permitirá "aumentar a sua base de clientes, bem como a sua cobertura de rede fixa". 


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