Já foi apresentada a versão base do modelo de IA português Amália, o ChatGPT português que foi anunciado pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, no arranque da Web Summit em novembro do ano passado. O projeto está agora a meio, prevendo-se que faltem cerca de nove meses para a sua conclusão.
O Amália (Assistente Multimodal Automático de Linguagem com Inteligência Artificial) está a ser desenvolvido no âmbito da Agenda Nacional de Inteligência Artificial (IA), que deverá ser conhecida até final do ano. Foi entregue à Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) para integrar a plataforma IAEdu, ficando acessível a investigadores, professores e alunos, num total de cerca de 500 mil utilizadores.
A versão base do modelo foi apresentado pela equipa da Universidade Nova de Lisboa e do Instituto Superior Técnico. Estão envolvidas "cerca de 60 pessoas", incluindo universidades e parceiros, como avançou João Magalhães, um dos coordenadores do projeto, num encontro para o qual a Lusa foi convidada e que decorreu no Campus da Costa da Caparica, na Faculdade Ciências e Tecnologia (FCT) da Universidade Nova de Lisboa, no concelho de Almada.
Neste momento, o Amália tem recursos digitalizados na base de dados com conhecimento até 2023. Vai suportar língua natural, fala, imagem e vídeo, podendo no futuro ser utilizado para o desenvolvimento de aplicações. Para já, o foco está em que o modelo aprenda o máximo conhecimento dos dados, garantindo-se ainda que consiga seguir instruções, pedidos humanos.
Ligando tecnologia, impacto social, saúde, educação e formação de futuros profissionais
Considerando estas áreas essenciais para a transformação da economia