Apoio a deslocados ucranianos mobiliza Vodafone Portugal

2022-06-23 Desde o início do conflito em território ucraniano, os esforços do grupo Vodafone - e, localmente, da Fundação Vodafone Portugal e da Vodafone Portugal - permitiram apoiar dezenas de cidadãos oriundos daquele país, seja no seu transporte para Portugal, na sua capacitação linguística, no fornecimento de bens e medicamentos ou, mais recentemente, através do recrutamento de ucranianos para o desempenho funções na Empresa.
Assim, e de acordo com um comunicado do operador, a partir de meados de abril, 60 pessoas começaram a frequentar cursos de língua portuguesa e inglesa, ministrados por três professoras e disponibilizados gratuitamente pela Fundação Vodafone Portugal. O que permitiu capacitar os alunos com ferramentas básicas de integração social e cultural e para a procura de emprego. As aulas diárias (três turnos, com três horas cada) decorrem até final de julho no edifício-sede, em Lisboa. No mesmo local, foram instaladas atividades de tempos livres com educadoras de infância ucranianas e portuguesas para as 30 crianças a cargo dos alunos, permitindo que estes frequentem as aulas.
Este programa está a ser desenvolvido em parceria com a Associação Ukrainian Refugees UAPT, entidade que contou igualmente com o apoio da Fundação Vodafone Portugal para o transporte humanitário, em avião, de cerca de 260 cidadãos ucranianos para Portugal - bem como de 17 dos seus animais de estimação.
Adicionalmente a Fundação Vodafone, em parceria com outras Instituições, transportou e doou 20 mil euros em medicamentos para a Ucrânia, e está a doar 50 cabazes de frutas e legumes a famílias de acolhimento, durante quatro meses, adquiridos junto de pequenos agricultores locais. Os esforços incluíram ainda a doação à Cruz Vermelha Portuguesa de um kit de informática com 15 computadores e pacotes de comunicações de dados para a realização de sessões de integração itinerantes em centros de acolhimento.
Paralelamente, a Vodafone Portugal deu sequência nos últimos meses aos esforços desencadeados pelo grupo a nível mundial, com o programa de recrutamento dirigido a deslocados pela crise humanitária na Ucrânia. No âmbito desta ação, foram nesta fase inicial selecionados três cidadãos ucranianos, que iniciarão projetos na empresa, adequados às suas competências e às especificidades do Regime de Proteção Temporária.
Por outro lado, logo nas primeiras semanas do conflito, a Vodafone decidiu não taxar as comunicações internacionais com origem em Portugal e destino na Ucrânia, nem as comunicações realizadas em roaming naquele país. Além da distribuição de cartões pré-pagos a refugiados em vários países da Europa, promovida pelo grupo, em Portugal a Vodafone disponibilizou serviços de comunicações aos cidadãos ucranianos. Complementarmente, em abril, na sequência do acordo entre Governo, Apritel e operadores, a Vodafone está a disponibilizar pacotes gratuitos de chamadas e dados para cidadãos ucranianos acolhidos em Portugal, por três meses.
"Desde a primeira hora do conflito, e perante a sua dimensão humana, que a Fundação Vodafone Portugal procurou responder, localmente e com os meios que tinha, às necessidades mais prementes dos cidadãos ucranianos deslocados. Acreditamos no elevado potencial das ferramentas linguísticas (no caso o português e o inglês), pelas portas que podem abrir a nível social e económico. E, por isso, quisemos disponibilizá-las aos que, através da Associação Ukrainian Refugees UAPT, nos procuraram", afirma Luísa Pestana, Presidente da Comissão Executiva da Fundação Vodafone Portugal e Administradora da Vodafone Portugal.
"As ações de apoio a deslocados ucranianos, levadas a cabo em Portugal pela Vodafone, são parte integrante de um dos nossos pilares: Inclusão para todos. E demonstram que a missão da nossa Empresa, conectar pessoas, vai muito para lá dos serviços que prestamos através das telecomunicações. Com estas ações estamos a dar oportunidades e a ajudar a criar ligações com um futuro mais otimista a quem delas mais necessita - aqueles que viram a sua vida interrompida por causa de um conflito", refere Mário Vaz, CEO da Vodafone Portugal e Presidente da Fundação Vodafone.

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