Microsoft e GNR celebram 10 anos de Internet Mais Segura com novas ações

2024-02-08

A Microsoft Portugal e a Guarda Nacional Republicana (GNR) juntam-se, pelo 10º ano consecutivo, para assinalar o Dia da Internet Mais Segura, assinalado a 7 de fevereiro. E anunciaram novas ações, dirigidas a estudantes do ensino básico e secundário de todo o país, envolvendo mais de 400 militares da GNR e de mais de 100 voluntários da Microsoft. 
"Dez anos após a primeira iniciativa conjunta com a GNR, continuamos a acreditar que estas sessões têm permitido sensibilizar, alertar e formar alunos, pais e educadores para os riscos do mundo digital, tendo em conta a progressiva exposição e utilização de ferramentas tecnológicas pelos mais jovens. Apostar na literacia digital é ter a consciência de que estamos a potenciar o conceito de cidadania através do respeito mútuo, de igual forma no mundo físico como no mundo digital. Estamos empenhados em trabalhar com a GNR, com a comunidade escolar e a sociedade em geral para sensibilizar os portugueses para a importância da segurança digital e riscos, num mundo em que a linha entre o real e virtual é cada vez mais ténue", refere em comunicado Andrés Ortolá, diretor-geral da Microsoft Portugal.
De acordo com Gonçalo Carvalho, Coronel Tirocinado da GNR, "esta parceria entre a GNR e a Microsoft, que celebra este ano uma década de existência, traduz-se no que de melhor o conceito de Policiamento Comunitário representa para a comunidade, um trabalho conjunto, multidisciplinar, integrado, colaborativo, iminentemente centrado nas pessoas e, neste caso, com um especial carinho, centrado nas nossas crianças, jovens e idosos. Deste modo, continuaremos incansavelmente, uma vez mais, lado-a-lado com a Microsoft Portugal, a sensibilizar para os riscos e perigos associados ao ambiente digital, potenciando a utilização responsável das infindas potencialidades que este ambiente atualmente proporciona, para que assim, possamos contribuir todos para uma comunidade mais humana, inclusiva, solidária e segura." 
A iniciativa abrange sessões gratuitas dirigidas a estudantes do ensino básico e secundário de todo o país, e através de mais de 400 militares da GNR e de mais de 100 voluntários da Microsoft Portugal. O objetivo é chegar ao maior número de escolas e alunos possíveis, onde os militares da estrutura de Prevenção Criminal e Policiamento Comunitário desenvolvem o Programa "Escola Segura", sendo que, em toda a sua área de ação, em todo o país, a Guarda Nacional Republicana tem à sua responsabilidade 618.057 alunos, em 4.201 escolas.
Durante os próximos meses, as duas entidades vão desenvolver um conjunto de ações de sensibilização junto de instituições de ensino, para alunos, professores e encarregados de educação, e comunidade sénior, com o propósito de reforçar a literacia digital e sensibilizar para os princípios básicos de segurança na Internet a nível nacional.
As ações de sensibilização serão realizadas por militares e por voluntários da Microsoft, que terão a oportunidade, durante este ano, de abordar temas como a importância da Cidadania Digital, a Inteligência Artificial e como esta pode ajudar no dia-a-dia, os perigos da desinformação e das notícias falsas, cyberbullying e o furto de identidade, a privacidade e segurança dos dados e a dependência da internet.
A Microsoft Portugal é membro fundador do Consórcio da Internet Segura e há dez anos consecutivos que se associa à GNR para assinalar, em fevereiro, o mês da Internet Mais Segura. Durante esta iniciativa, que arrancou em 2014, destacam-se os seguintes dados:
· 372 274 alunos envolvidos do 1.º ao 3.º ciclo de ensino 
· 34 553 professores e encarregados de educação
· 4 232 sessões de norte a sul do país
· 1 973 escolas envolvidas nas sessões de sensibilização
· 4 893 voluntários envolvidos da Microsoft e GNR.
De acordo com a atualização do estudo anual da Microsoft, Online Safety Survey 2024, 67% dos inquiridos experimentaram pelo menos um risco no último ano, sendo o sexo feminino quem mais reporta nas diversas tipologias de risco, nomeadamente em termos de conteúdos com teor sexual, onde a diferença é de 6% em comparação com o sexo masculino (25% vs 19%). A incapacidade de limitar o tempo online é o grande desafio para os pais, com 66% dos adolescentes a referirem pelo menos um comportamento aditivo no ano passado. A desconfiança na utilização da internet aumentou 3% face a 2023 e situa-se neste momento nos 45%. Os dados mostram ainda que 87% dos inquiridos assume preocupação com o tipo de utilização que é feita com recurso a IA, sobretudo no que toca a fraudes, burlas ou deepfakes. Nos principais riscos identificados, destacam-se a desinformação (50%); riscos pessoais (44%), como discurso de ódio, cyberbullying, assédio, abuso e ameaças de violência e conteúdo violento (34%), como violência gráfica, conteúdo terrorista e extremista. 


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